Na comunicação, o que não se vê, não existe. Mas o que se sente permanece.
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O ser humano é mais emocional do que racional. Inúmeros estudos confirmam isso mesmo: o lado emocional desempenha um papel fundamental na tomada de decisões e torna-nos mais recetivos, ajudando-nos a recordar mais e melhor. Pensamos em forma de narrativas. É por isso que as histórias são importantes.
No Estúdio de Comunicação vemos isso todos os dias. As marcas que se destacam não são as que acumulam mensagens, mas aquelas que sabem transformá-las em histórias claras, humanas e simples. Marcas que comunicam a partir da perspetiva do recetor, e não do seu próprio ponto de vista. Que entendem que comunicar não é dizer mais, mas dizer melhor. E, acima de tudo, dizer algo que mereça ser ouvido.
O storytelling não consiste em inventar, mas em trazer à luz as histórias que estão por trás de uma empresa, dar-lhes forma e conectá-las com aqueles que estão do outro lado. Quando isso acontece, criam-se laços emocionais que vão muito além do impacto imediato.
Porque uma boa história nunca morre. E quando é bem contada, não se esquece.